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16 de maio de 2013

Blog Azul mas Blogger Benfiquista

Estou desolada. Morremos na praia...Na verdade mostrámos porque merecemos estar na final. Jogámos com classe, com garra, com firmeza e demos muita luta ao Chelsea, no entanto não fomos eficazes e perdemos aos 92 minutos. Da mesma forma que perdemos com o FCP (blurgh)...karma's a bitch, right?

Mas pior do que tudo isto foi a festa que os sportinguistas e alguns portistas fizeram com a derrota do Benfica. Como se a vida deles dependesse da nossa derrota. Como se o facto de uma equipa portuguesa ter chegado à final da liga europeia não fosse o suficiente para eles...

Na verdade os falhados revelam-se quando festejam as derrotas dos outros como se fossem suas...


Somos grandes, mesmo quando perdemos. 
"A ganhar ou a perder sou do Benfica até morrer"

16 de abril de 2013

As pessoas chegam a ser ridículas!

É tão ridículo as pessoas serem apanhadas a mentir e ainda assim arrastam a mentira até ao fim, para se manterem firmes na sua posição. Não perceberam ainda que eu sei a verdade e sei que estão a mentir? Não perceberam que quanto mais falam mais se enterram? Acham que eu não sei que me deram bailinho este tempo todo? Agora chega!

Comigo a mentira não funciona. Podem-me mentir as vezes que quiserem, mas se eu vos apanho na mentira podem-me esquecer, corto tudo pela raíz. E foi isso que aconteceu. 

A mentira tem perna curta, como diz a minha avó.

Danem-se todos!

10 de março de 2013

Será que isto vai ser sempre assim?

Sabemos que o mundo está do avesso quando a nossa própria família não tem noção dos limites e toma atitudes que nos prejudicam.

Dou graças a Deus por me ir casar, porque de facto é por causa do meu casamento que as pessoas se andam a revelar e assim já sei com quem posso contar e com quem não posso.

Em 26 anos de existência esta foi a minha primeira desilusão familiar. Esperemos que fique por aqui.

25 de fevereiro de 2013

Da ausência de palavras...

Não tenho escrito muito, é verdade. Não me apetece e para ser sincera não tenho tido muito tempo. Mas na verdade as coisas continuam na mesma. Uns dias parece que melhoram, mas logo de seguida vejo que não passou de mais uma ilusão. Se arrependimento matasse eu já não estaria cá. 

Começo a acreditar no que o povo diz: "as pessoas não mudam, revelam-se". Isto é um facto. E eu estou a aprender isto da pior maneira. Só me resta deixar que as coisas se resolvam por elas. Se não se resolverem há-de chegar a altura do corte final. Ainda não estamos nessa altura, mas tenho a certeza que pelo andar da carruagem a coisa vai-se dar, e não há-de faltar muito. 

O tom deste blog tem andado meio depressivo, eu sei, mas na verdade é assim que me sinto. E este espaço é o meu espaço, o meu espelho. Escrever faz-me sentir melhor, porque começo a verbalizar aquilo que sinto, ainda que o faça para o nada e para ninguém. Mas só o facto de escrever alivia-me. 

Perdoem-me a ausência, mas prometo que vou animar as coisas um bocadinho por aqui! 

16 de dezembro de 2012

Mas afinal...

...o problema sou eu ou os outros? Cada vez mais me sinto uma outsider...Há coisas que de facto não se coadunam com a minha maneira de ser. Quanto mais o tempo passa mais me inteiro disto. E só me apetece fugir e "desenraizar-me" de algumas pessoas. Mas isso implica outras questões, com as quais não quero lidar neste momento. A única coisa que peço é que sejam para mim aquilo que eu sou para os outros. Mas sinceramente, ninguém entende isso e pensar em tudo isto deixa-me triste, magoada e com vontade de desistir de todas as amizades pelas quais luto para que se mantenham intactas...Mas não faço milagres.

6 de dezembro de 2012

Não vale a pena bater mais no ceguinho

Porque sinceramente há coisas que já não voltam. Por mais que falemos, que chamemos a atenção, que haja concordância de parte a parte, o "sim, tens razão, eu vou mudar isso, tu não mereces, de facto, desculpa", o "vou fazer um esforço para mudar..." são respostas que nos são dadas para nos calar e que dias ou até semanas mais tarde deixam de fazer sentido. Em primeiro lugar porque não houve esforço, em segundo lugar porque continuamos na mesma, em terceiro lugar e depois do que foi dito anteriormente eu também não quero saber. "As atitudes ficam para quem as pratica", como diz a minha mãe.

Acho que já referi aqui que as amizades são relações de parte a parte, são relações bilaterais, têm dois lados (e passo a redundância). Qual é a parte da bi-lateralidade que as pessoas não conhecem? Estou cansada de lutar sozinha, estou cansada de forçar uma coisa que só existe para mim e para o outro lado é indiferente. Sou invisível. Entristece-me ter investido tanto de mim nesta relação que já não existe, que existiu em tempos, para tapar um vazio que existia do outro lado. O vazio preencheu-se e eu já não sou precisa. 

Basicamente, isto tem acontecido a minha vida toda. Espero ter aprendido a lição, agora. O futuro a Deus pertence, espero que Ele me ajude a escolher as pessoas, as melhores pessoas, porque é só disso que eu preciso.

21 de novembro de 2012

O que fazer...

...quando tudo aquilo pelo que lutámos começa a definhar?

O que fazer quando as nossas perspectivas desabam sem amparo?

O que fazer quando já não nos podemos agarrar a tudo aquilo que temos, porque nada é garantido?

O que fazer quando estamos num país que só destrói a nossa vida, a nossa pátria?

O que fazer quando perdemos a noção de futuro próximo, de objectivos a curto prazo, porque tudo daqui para a frente é uma penumbra?

O que fazer quando só me apetece chegar do trabalho, enfiar-me no pijama e esconder-me do mundo?

O que fazer quando me perguntam "e agora, o que vais fazer"?

O que fazer quando não sei responder à pergunta anterior?

O que fazer quando o sentimento é ter vergonha de ser portuguesa?

O que fazer quando a única esperança é não ter esperança de todo?

Perguntas que me assolam, que me roem por dentro, que me angustiam...Perguntas que não têm resposta, que não têm solução.



14 de novembro de 2012

Confesso que...

...o melhor é não escrever o que sinto. Porque dói. E como disse no post anterior, escrito dói ainda mais. Mas que cá dentro estou a ferver, lá isso estou. E a ebulição não vai passar nos próximos tempos.

23 de outubro de 2012

Aquilo que os outros acham que sei

...e aquilo que eu efectivamente sei. 

Não há nada que me dê mais gozo que ver os outros a fazerem-me de parva e eu a saber. Dá-me mesmo gozo. Porque os parvos, aí, estão a ser eles. E enquanto falam eu dou gargalhadas por dentro. 

10 de outubro de 2012

O monstro mais actual...

...bateu-me à porta. Não me atingiu a mim, pelo menos directamente, mas atingiu o R. 


Desemprego...
Horizontes perdidos...
Planos adiados...
Auto-estima abalada...
Dúvidas...

5 de outubro de 2012

Ironias do catano...


No feriado que nos foi retirado por estes senhores, hoje, dia 5 de Outubro de 2012, a bandeira nacional é hasteada ao contrário. Hoje celebram-se 102 anos da República Portuguesa. Foi neste dia que o Partido Republicano Português destituiu a monarquia constitucional e implantou o regime republicano. 102 anos depois, e no último ano em que podemos celebrar o 5 de Outubro, hasteamos a bandeira ao contrário. Não sei se devemos considerar isto uma provocação, uma coincidência ou um lapso. Pela parte que me toca não acredito em coincidências e não me parece que possa haver um lapso por parte do Protocolo, que não pode de todo falhar. Resta-me a primeira hipótese.

Vergonhoso, no mínimo.

21 de setembro de 2012

Pedras no meu caminho...

Uma das razões que me levou a escrever num blog foi para desabafar e desta forma me acalmar, porque de facto existem coisas que só posso dizer de forma anónima, e ainda assim arrisco-me a que seja visto. 

Já uma vez referi aqui que certo tipo de pessoas insiste em aparecer na minha vida, por alguma razão. Deve ser porque eu ainda não aprendi com determinados erros, daí que esses mesmos erros teimem em aparecer com alguma frequência.

Há sempre uma altura do ano em que digo para mim própria: "para o ano não vai acontecer isto, não posso deixar que isto aconteça. Não posso abrir o flanco, não posso dar abertura para que certo tipo de situações aconteçam." Todos os anos acontece exactamente a mesma coisa, e todos os anos eu permito que me tomem por parva. Este ano já aconteceu, está a acontecer. Ainda assim tomei uma atitude que talvez me ajude a chegar ao caminho certo: não entrar em discussão e ser superior. Ignorar totalmente as afrontas que são feitas e registar apenas o que for necessário. Virar costas e seguir o meu caminho. Porque sei que as coisas "caem" por elas próprias, mais cedo ou mais tarde. 

11 de setembro de 2012

Adenda ao post anterior...

Como se tudo aquilo não bastasse, parece que o IVA vai aumentar para a taxa máxima: 26%. Está certinho. Recebemos menos 7% no ordenado bruto (porque líquido devem ser aí uns 12%), o IVA aumenta e nós vamos passar fome para poder pagar as nossas casas.

Estão a fazer um excelente trabalho a levar o nosso país à falência. Continuem.

10 de setembro de 2012

Expliquem-me como se eu fosse muito burra...

Então vamos passar a descontar 18% para a segurança social? Isso significa que vamos receber menos no que toca ao "ordenado" em si, certo? Porquê? Porque vamos encher os bolsos ao Estado. Para quê? Para vivermos todos na merda e sustentar os vícios do Estado.

Já agora expliquem-me também em que medida é que isto vai resolver a situação do país...Não irá agravar ainda mais a nossa situação? É porque se já andamos "à rasca", assim ainda pior. Vamos deixar de ter dinheiro para consumir certas e determinadas coisas, e mesmo o dinheiro para comer começa a escassear. Expliquem-me, então, em que medida é que isto ajuda a economia portuguesa? Pergunto eu, mais uma vez, não irá agravar? Se não há dinheiro não se consome, se não se consome a economia pára.

Não me venham justificar todas estas questões com o típico "ah, o povo é que votou nele, agora sofremos as consequências..." Poupem-me! Se a maioria votou nele foi porque ele prometeu muita coisa. Ainda não vi nada de promessas cumpridas, só o vejo a fazer exactamente o contrário. Portanto, a culpa não é do povo, é da merda do PM.

Já agora, eu não votei neste senhor. Nunca me inspirou confiança. Mas isto sou eu...


6 de setembro de 2012

Eu falo, falo...

...e ninguém me ouve. Ou ninguém me compreende. Basicamente acho que é isto. Das duas uma, ou o problema é meu ou é de quem me rodeia. Se formos pela segunda opção o problema continua a ser meu, porque me dou com as pessoas erradas. Got it? 

Vou falar para a Mia, a ver se ela me compreende...

A competição

Quem me conhece sabe que não sou competitiva ao extremo. Claro que tento sempre dar o meu melhor em tudo o que faço, mas isso não faz de mim a maior "competidora" do pedaço. 

Pois que as pessoas que me rodeiam são todas competidoras. Adoram competir. Não posso dizer que faço isto, elas vão logo fazer isto e mais aquilo. Um exemplo prático: já todos sabemos que vou casar, certo? Assim que dei a novidade à grupeta, toda a gente ficou muito feliz e tal e "coiso" e "ah, nós não vamos casar já, ainda agora comprámos casa, temos despesas...". Dias depois, um dos elementos da grupeta (o mesmo que disse que não ia casar já) diz: "nós também vamos casar, mas casamos já ESTE ANO!" Ok...Ando a juntar dinheiro para o meu casamento e estes ainda casam antes...Despesas, pensei logo...

Disse também que queria ser mãe, e isso toda a gente sabe, nunca escondi. Mas especifiquei. Disse que a seguir ao casamento ia começar nos treinos. Os mesmos que "supostamente" não iam casar JÁ, dizem: "ah, nós também queremos muito, mas só lá mais para a frente, ainda é cedo, ainda agora começámos a viver juntos, vamos já casar, é muita coisa ao mesmo tempo..." Dias depois: "vamos começar os treinos já em Dezembro, se tudo correr bem!!!!" Mas vocês decidem-se ou não? Ou bem que querem ou bem que não querem!

Parece que às vezes as pessoas não querem perder o protagonismo, então têm que sempre estar "um passo à frente" dos outros. Eu chamo a isto competição, e apesar de me irritar um bocado, só me resta deixar as coisas tomarem o seu próprio rumo...

Nem sempre quero ser a primeira em tudo e faz-me confusão quem o queira a todo o custo. 

Mas normalmente quem ri por último ri melhor...Acho que desta parte ainda ninguém se lembrou.


3 de setembro de 2012

Os e-mails e eu

Será que sou só eu que tenho 3500 mails na minha caixa de entrada e só 5 são mails decentes/legíveis/não-publicitários? Caramba, mas como é que arranjam o meu mail?

Depois há os mails que oferecem milhões de prémios: ele é pen's, dinheiro, casas, carros. Nós, pessoas jovens, sabemos que não passa tudo de uma grande treta para roubar/enganar as pessoas, mas quem não percebe nada disto e vai ao engano? Ah pois! É tramado à grande e fica sem saber como!

Senhores que me mandam estes mails, se me estão a ler por favor deslargem-me!

24 de agosto de 2012

As conversas que me fazem sentir uma "outcast"

Há uns dias vi um post de uma amiga minha no facebook que dizia qualquer coisa como isto:

"Às vezes para me sentir integrada sinto que tenho que falar futilês"

Acho que nunca me identifiquei tanto com uma expressão...Falar futilês é exactamente aquilo que tenho que fazer para me sentir integrada em determinados grupos e em determinadas situações. Quando as únicas coisas que importam são os sapatos que se comprou, que custaram os olhos da cara, o novo carro que se pensa comprar porque o que se tem já não é suficiente, as roupas em demasia e as coisas fashion. O que está in e out. Os fashion statements. E eu fico ali a olhar e a pensar cá para os meus botões: "será que sou só eu que me estou a cagar para o preço que pago por uns sapatos?" Na verdade pouco me importa se visto roupa da Zara ou da Max Mara, o que me interessa é que seja barata e que me fique bem. Sou criticada porque não estou envolvida nos assuntos da moda e porque não sei em que semana se vai realizar a Vogue fashion week, ou lá o que é. Ou porque não sei qual é o último grito da moda em sapatos. Para mim desde que sejam confortáveis e que eu goste é o que me basta. Se são pumps ou peep toes pouco me importa. 

Perguntam vocês: "se não te interessas por esses assuntos como é que conheces as expressões utilizadas?" Pois, parece que estou a entrar no dicionário "futilês" e, por isso, começo a aperceber-me do significado dessas expressões. O que fazer? Sou assim.

Também sei que tenho uma vida diferente da maior parte das pessoas da minha idade, foi uma decisão minha, eu sei, e não me arrependo, mas será que as pessoas não têm visão a longo prazo? Só pensam no curto prazo e em estoirar o ordenado em roupas caras e merdas que não interessam para nada? Não critico quem toma a decisão de se manter na casa dos pais até tarde, ou melhor, quem não toma a decisão de abrir as asas e sair do ninho, ainda assim não me parece nada razoável ter um ordenado, viver em casa dos pais e rebentar com a escala no que toca a compras fúteis. E pagar contas, não? Ganhar responsabilidades? Valorizar aquilo que de facto deve ser valorizado?

Continuo a dizer que sinto que não sou daqui, deste mundo, desta sociedade, porque sinceramente há coisas que me dão a volta ao estômago.


Não quero que pensem que me visto com trapos e vou descabelada para a rua, nada disso. Só não preciso de coisas fúteis para ser feliz. 

20 de agosto de 2012

Adoro...

...quando aquelas pessoas que se acham o centro das atenções ficam lixadas (diga-se fodidas) quando descobrem não o são efectivamente.


A-DO-RO.

8 de agosto de 2012

Má educação e falta de respeito...

...são coisas que não tolero. Em nenhuma ocasião. Muito menos no trabalho.

Chego do almoço e no átrio encontro uma pessoa que não via há uns anos. Diz-me que está ali à espera de uma pessoa da qual não sabe o nome. Para ajudar, eu pergunto à menina da portaria "de quem é que esta senhora está à espera?"...Resposta: "Hã???" (nervos, muitos nervos, respirar fundo e...) "de quem é que esta senhora está à espera??"..."Está à espera da D. X, mas só ela é que pode resolver o assunto!" (ok, eu também não o ia resolver, mas enfim).

Tendo em conta que o tom que a menina utilizou quando me respondeu, e para salvaguardar futuras situações semelhantes, mais tarde telefono para a alertar de que não se responde "hã" quando não percebe a pergunta, muito menos naquela frequência sonora (leia-se quase-grito), sob pena de as outras pessoas a considerarem mal educada/rude. Resposta: "eu não disse 'hã', VOCÊ (nervos, muitos nervos) é que percebeu mal!". 

E um bocadinho de humildade, não? Pedir desculpa pelo sucedido, não?